A greve dos ferroviários da CPTM chegou ao segundo dia nesta quarta-feira, 5 de agosto, com impactos nas linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade. Diante da paralisação, o Governo de São Paulo ampliou o plano de contingência para reduzir os prejuízos aos passageiros.
Segundo o governo estadual, cerca de 1 milhão de pessoas foram afetadas no primeiro dia da greve. A paralisação também provocou reflexos no trânsito da capital paulista, mesmo após a suspensão do rodízio municipal de veículos.
Para atender parte da demanda, o sistema Paese foi ampliado para 195 ônibus. Pelo segundo dia consecutivo, o Metrô antecipou o início da operação e reforçou as equipes nas estações que recebem maior fluxo de passageiros.
O Governo de São Paulo afirma que o Sindicato dos Ferroviários da Central do Brasil decidiu manter a paralisação mesmo após o atendimento das reivindicações e em desacordo com uma decisão judicial. A declaração representa a posição oficial do governo. O comunicado encaminhado à imprensa não apresenta a manifestação do sindicato sobre o impasse.
A Linha 11-Coral é uma das principais ligações ferroviárias entre o Alto Tietê e a capital, atendendo cidades como Mogi das Cruzes, Suzano, Poá e Ferraz de Vasconcelos. A Linha 12-Safira passa por Itaquaquecetuba e Poá, enquanto a Linha 13-Jade atende o Aeroporto Internacional de Guarulhos.
Os passageiros devem acompanhar as atualizações da CPTM antes de sair de casa e considerar um tempo maior para o deslocamento. As informações sobre o esquema especial de transporte estão disponíveis no site da Agência SP.
Crédito da imagem: Divulgação/Governo de São Paulo


